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As Invasões Holandesas

 

Em 1580, devido a uma crise na dinastia portuguesa, o rei Filipe II da Espanha foi nomeado rei de Portugal, dando início a um período de união entre Espanha e Portugal, conhecido como a União Ibérica. Além disso, naquela época, houve a independência da Holanda que, até então, era possessão espanhola e maior inimiga daquele reino. Logo, Portugal e suas colônias passaram a ser inimigos da Holanda, que resultou em uma série de invasões ao território brasileiro em decorrência do fechamento dos portos Luso-Espanhóis por parte de Felipe II.

Os holandeses estavam interessados, principalmente, no açúcar produzido na colônia já que a relação com Portugal (agora sob domínio espanhol) estava afetada. A invasão ocorreu em 9 de maio de 1624 quando 26 navios entraram na Baía de Todos os Santos liderados por Jacob Willekens e Johan van Dorth. A esquadra invasora era composta por aproximadamente 1700 soldados e 1600 tripulantes. Com a derrota nessa primeira invasão à Bahia, os holandeses investiram pesado em uma segunda invasão e, em 14 de fevereiro de 1630, uma esquadra composta por sessenta embarcações chegava a Olinda. A Espanha enviou reforços para socorrer os pernambucanos, porém, o encontro resultou em pesadas baixas para os dois lados da disputa. Os holandeses incendiaram a cidade de Olinda e se concentraram em Recife onde ficaram praticamente encurralados.

Foi com a ajuda de Domingos Fernandes Calabar, que passou à Companhia das Índias os pontos fracos dos pernambucanos, que os holandeses puderam se recuperar e conquistar diversas cidades, além de expulsar Matias de Albuquerque, então governador de Pernambuco. O episódio da traição dos pernambucanos por Calabar foi retratada na peça Calabar – o elogio da traição, de autoria de Chico Buarque de Hollanda e Ruy Guerra, escrita entre os anos de 1972 e 1973.

Com o avanço das conquistas holandesas, uma nova esquadra foi enviada, dessa vez, com o intuito de instalar de vez os holandeses no Brasil. O conde João Maurício de Nassau-Siegen veio para ser governador da região ocupada pelos holandeses. O governador foi responsável por uma série de melhorias na região, não apenas economicamente como estruturalmente: concedeu créditos aos senhores de engenho (pois o maior interesse dos holandeses era o açúcar produzido na colônia), reestruturou a cidade de Olinda, trouxe uma série de artistas (pintores, escultores) e intelectuais e foi responsável pela construção do primeiro observatório astronômico do Brasil.

 

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