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Machado de Assis (1839-1908)

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Machado de Assis nasceu em 1839 e faleceu em 1908 no Rio de Janeiro. É considerado nacional  e internacionalmente um dos maiores nomes das Letras brasileiras.

Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no dia 21 de junho de 1839 no Morro do Livramento (RJ). Era filho do brasileiro Francisco José de Assis, um pintor de paredes mulato, e da açoriana Maria Leopoldina Machado de Assis, uma lavadeira. Após a morte da mãe, seu pai casou-se com Maria Inês da Silva, com quem o escritor continuou morando após o falecimento do pai.

Machado de Assis estudou por pouco tempo em uma escola pública, onde aprendeu as primeiras letras. Começou sua vida literária bastante cedo e, aos 16 anos publicou o poema “Ela” no jornal Marmota Fluminense (de Francisco de Paula Brito). No ano seguinte, passou a trabalhar como tipógrafo na Imprensa Nacional, então sob a direção de Manuel Antônio de Almeida, autor de Memórias de um Sargento de Milícias. Em 1858 iniciou aulas de francês com o Padre Antônio José da Silveira Sarmento e, no mesmo ano, tornou-se revisor de provas tipográficas na livraria de Paula Brito. No ano seguinte trabalhou como crítico teatral, colaborando para inúmeros jornais.

Em 1863 Machado publicou suas primeiras peças de teatro: O Protocolo e O Caminho da Porta, além de publicar diversos contos no Jornal das Famílias. Seu primeiro livro publicado foi uma coletânea de versos intitulada Crisálidas. A partir de então, a produção literária de Machado de Assis tornou-se bastante prolífica e o autor escreveu críticas, crônicas, contos, poemas, ensaios e teve publicado seu primeiro romance, Ressurreição (que ainda continha resquícios da prosa romântica).


Carolina Augusta Xavier de Morais, o grande amor de Machado de Assis

Machado de Assis casou-se com Carolina Augusta Xavier de Morais, o grande amor da sua vida, sua companheira por quase 35 anos e a quem dedicara seu soneto mais famoso, A Carolina.

Em 1873 Machado foi nomeado para um cargo público como primeiro-oficial da Secretaria do Estado do Ministério da Agricultura, sendo mais adiante promovido a chefe da seção da Secretaria da Agricultura, o que lhe garantira estabilidade financeira. Dedicando-se cada vez mais à literatura, publicou os livros Histórias da Meia-Noite (1873), A Mão e a Luva (1874), Americanas (1875), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878).

Inspirado no novo estilo de romance que estava se desenvolvendo na Europa e, principalmente, por Eça de Queirós (que havia publicado O Primo Basílio em 1878), Machado inicia, em 1879, a publicação seriada de Memórias Póstumas de Brás Cubas na Revista Brasileira e, no mesmo ano, inicia a publicação seriada de Quincas Borba na revista A Estação. Os dois romances foram publicados em forma de livro em 1881 e 1891, respectivamente. A partir de 1882, publicou os livros Papéis Avulsos, Histórias sem Data e Várias Histórias

Em 1896 dirigiu a primeira sessão preparatória da fundação da Academia Brasileira de Letras e, no ano seguinte, participou da sua inauguração, sendo eleito o primeiro presidente, cargo que assumiu por dez anos. Em 1899 publicou outro de seus romances mais importantes, Dom Casmurro. A partir de então, publica Páginas Recolhidas, Poesias Completas e Esaú e Jacó.

Carolina faleceu em 1904. Em 1908 Machado publicou o controverso Memorial de Aires. Faleceu no mesmo ano, no Rio de Janeiro, em decorrência de uma úlcera canceriosa. Assim como o personagem de seu romance mais famoso, Machado de Assis não deixou filhos para a posteridade.

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